quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Dinheiro, mulheres, depressão, filho órfão e afins

Hipócrita é quem diz que dinheiro não é bom. Mas iludido é quem bate no peito e fala: "dinheiro traz felicidade"


Dinheiro é bom sim. Quem é que gosta de andar num trem lotado, todo amassado? Desejar consumir o básico e não ter acesso? Olhar para os seus filhos e não poder dar a eles condições de competirem de igual para igual com crianças de sua idade? Hipócrita é quem diz que dinheiro não é bom.
Mas iludido é quem bate no peito e fala: "dinheiro traz felicidade". Segundo números da Organização Mundial da Saúde, os campeões da depressão são os países ricos:
21% da população da França, 19.2% da população dos EUA e 17.9% da população da Holanda tiveram pelo menos um episódio de depressão na vida. Todos os países citados possuem alta renda per capta e são considerados países desenvolvidos.
Eu conheço os dois lados da moeda e posso confirmar, por ter me relacionado e ainda me relacionar com muitas pessoas simples em minha vida, sorridentes, alegres e principalmente felizes, apesar de todas as dificuldades. Por outro lado, já vi muita gente rica vivendo à base de anti-depressivos, com a conta bancária gordinha, mas com o coração vazio e solitário, vivendo numa jaula imaginária para se proteger de todos que se aproximam.
Nem a riqueza e nem a pobreza podem ser rotuladas como geradores de felicidade ou infelicidade. Feliz é aquele que está rodeado de pessoas que ama, de amigos sinceros e de um propósito que lhe dará sentido em todas as manhãs quando acordar. Feliz é quem tem propósito.
A propósito, o dinheiro compra uma cama, mas não compra o sono. Compra o melhor plano de saúde, mas não compra a cura de uma doença em que a medicina disse 'não'. Compra momentos alegres, mas não a felicidade. Também compra água mineral francesa e garrafas de vinhos de cinquenta mil dólares, mas não é capaz de matar a sede de justiça, de amor e de significado.
No último dia de sua vida, se você pudesse escolher quem passaria este dia com você ao seu lado, certamente não seria com o seu gerente do banco que faz a gestão de sua fortuna, nem na companhia de todos os seus diplomas, títulos, conquistas ou até mesmo com os puxa-sacos de plantão. Neste dia, se fosse possível escolher e prever, você certamente preferiria estar ao lado das pessoas mais importantes de sua vida.
Como conciliar este aparente paradoxo? Eu sempre pensei que todo projeto que realizei nos últimos 20 anos, as horas que trabalhei e as incontáveis viagens de negócios que fiz. Tudo isso foi com a finalidade de proporcionar aos que amo o melhor, ainda que eu sempre soubesse que a minha presença é fundamental para todos. Assim, estive muito presente até durante minha ausência física, ao contrário dos que chegam cedo em casa, mas passam o tempo na frente da TV.
Envolva a sua família em seus projetos. Ainda que eles não trabalhem com você, porque quando você viajar ou trabalhar num fim de semana, eles também estarão ao seu lado onde quer que eles fiquem à sua espera. Viajarão sem sair de casa, porque eles se sentem parte de seus projetos e não meros apoiadores de seus sonhos. Serão donos deles juntamente com você.
Não trabalhe por dinheiro. Pessoas valem mais do que coisas. No meio de tudo isso, o dinheiro será conquistado na medida de sua competência em produzir e empreender. Quando o dinheiro chegar, desfrute dele, faça-o trabalhar pra você em vez de se tornar o seu escravo.
E para não escrever um texto bonitinho e politicamente correto, desfrute com a sua família as suas conquistas e principalmente com a pessoa que sempre esteve ao seu lado lhe apoiando, em vez de trocá-la aos 40 anos de idade por duas mulheres de 20 - o que, infelizmente, tem se tornado cada vez mais comum... (Pode chorar à vontade nos comentários se não gostou)
Certamente, no dia de nossos velórios, os que realmente venceram na vida, sejam eles pobres ou ricos, serão aqueles que deixarão saudades e não os que vão deixar filhos mal resolvidos que passaram toda a vida sendo filhos órfãos de pais vivos porque, em casos assim, com dinheiro ou sem dinheiro, mais um miserável será enterrado e esquecido.
Fonte: www.administradores.com.br

Estagiário morre após trabalhar 72 horas seguidas

Incidente ocorreu em uma das filiais do Bank of America em Londres; Erhardt sofreu um ataque de epilepsia após jornada de trabalho


Na última semana, Moritz Erhardt, estagiário do Bank of America and Merrill Lynch, em Londres, morreu. O rapaz, de apenas 21 anos, teve um ataque epiléptico que pode ter sido causado por excesso de trabalho.
Segundo internautas, que se manifestaram após o ocorrido, o jovem tinha trabalhado cerca de 72 horas seguidas, quase sem pausa. O jovem recebia, por mês, 2.700 libras, o equivalente a cerca de R$ 10 mil.
Entre os depoimentos, está o de um investidor que afirmou ao jornal The Independent que, normalmente, jovens estagiam no banco por cerca de 14 horas diárias. Ele também afirmou que as pessoas têm consciência de que a rotina de trabalho é pesada e a companhia sempre lembra aos estagiários de gerenciarem seus horários para não "superaquecer".
Moritz Erhardt era da Alemanha e além de estagiar em Londres fazia intercâmbio na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. O jovem completaria seu estágio no banco, que teve duração de três meses, em sete dias.
Em comunicado, o Bank of America and Merrill Lynch afirmou: "Nós estamos profundamente chocados e tristes com a notícia da morte de Moritz Erhardt. A instituição enviou condolências à família do rapaz e ainda disse que "ele era popular entre seus pares e foi um estagiário altamente diligente em nossa empresa com um futuro promissor".
Fonte: www.administradores.com.br

CINCO DICAS PARA RECUPERAR A MOTIVAÇÃO

Especialista ensina como o vendedor pode renovar sua motivação



O que fazer quando a desmotivação aparecer no seu caminho? A sensibilidade de se conhecer é uma das coisas mais importante para um vendedor continuar evoluindo em sua carreira. Para um carro continuar andando, é importante que o tanque não fique na reserva, concorda? E para o vendedor não perder o gás e permanecer automotivado? E o que ele deve fazer para evitar a desmotivação? Talvez essa segunda pergunta seja até mais importante.
Preparei 5 dicas para o vendedor renovar a motivação quando ela estiver acabando, seguem elas:
1. Trabalhe com metas diárias – Não adianta ficar pensando na meta geral, isso vai gerar um desgaste mental muito grande. Determine na sua cabeça que a meta do dia é como se fosse o seu último prato de comida e você está três dias sem comer, entendeu? Porque o foco e a intensidade será maior na captação de novos negócios. Entre em contato com clientes inativos, ligue para novos prospects, faça contato com os seus 10 principais clientes por semana apenas para saber como eles estão, participe de eventos de networking, etc. Veja que todas essas ações vão se ajustando para que você chegue ao objetivo do dia. Dica-chave: não pare enquanto não fechar a meta.
2. Renove o autoconhecimento diário: Sabe quando baixa a frequência energética? Quando as objeções começam a acontecer e os clientes passam a rejeitar as ofertas? Tenha sempre algo motivacional na sua pasta, computador, carteira, espelho de casa, do carro e em todos os lugares em que seja possível para levantar seu astral. Você pode ler o capítulo de um livro em 10 minutos e todo o pensamento negativo se transformará em esperança. Se o seu semblante estiver harmonizado e sua voz for firme, a virada pode acontecer no mesmo dia, só depende de você cuidar da pessoa mais importante do mundo.
3. Troque os pensamentos: Você sabe quando começa a vender? Quando abre os olhos e surgem os cinco primeiros pensamentos, já fez esse exercício? Se fluírem coisas agradáveis e a imaginação trabalhar de uma forma favorável, o seu dia será muito promissor. Agora, o contrário é verdadeiro, o negativo também é muito forte, esses pensamentos destruidores se instalam e, se você permitir, será difícil tirá-los da mente. Toda a vez que algo negativo aparecer na sua mente, troque por outra positivo, é uma forma de dar um choque e de quebrar o pensamento doentio. PARA PENSAR: os pensamentos irão determinar 70% das suas vendas no dia.
4. Gerencie o tempo - Quanto tempo do dia você está prospectando? De 1 a 10, qual a nota que você dá para esse quesito? Cerca de 50% dos vendedores prospectam muito pouco, ficam esperando que os clientes entrem em contato para comprar. Você considera que isso vai contribuir nas vendas? Nada é mais desmotivador que fazer poucos contatos por dia. O vendedor se torna melhor quando está praticando a sua profissão constantemente, quanto mais ele estiver negociando melhor serão os argumentos para convencer os clientes. Não existe segredo ou fórmula mágica, o caminho mais curto é trabalho árduo misturado com motivação e habilidade para se relacionar com o máximo de clientes por dia. Momento reflexivo: a vitrine está à disposição, será que você é o manequim preferido do seu cliente?
5. Determine os motivos do dia – Você tem anotado por escrito os seus cinco principais motivos de vida? Parece ser tão simples, mais 80% dos vendedores não usam essa ferramenta poderosa de motivação diária. Quando você visualiza esses motivos, a sua tela mental fica alimentada de forças extras para não deixar que o seu entusiasmo fique prejudicado. Leia em volta três vezes por dia; quando sentir que a frequência motivacional está caindo, leia novamente. Ser isso for feito, a sua casa interna será alicerçada com tijolos fortes e confiáveis.
Um abraço e boas vendas!
André Silva – É escritor e palestrante de vendas. Ministra mais de 80 palestras por ano em todo o território nacional. É autor do livro “Vendedores de alta performance”.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

GAROTO DE 11 ANOS FATURA R$ 69 MIL EM E-COMMERCE

Moziah Bridges vende gravatas que aprendeu a fazer com a avó aos 9 anos


Aos 9 anos, Moziah Bridges aprendeu a fazer gravatas-borboleta com a avó. Hoje, aos 11, Bridges já fatura R$ 69 mil vendendo os acessórios na internet. O garoto é responsável por toda produção das gravatas, escolhe os tecidos e confecciona as peças conforme seu próprio estilo.
“Você não precisa esperar até que seja mais velho para abrir um negócio”, afirmou a mãe do menino, Tramica Morris. No site de comércio online montado por Bridges, o Mo’s Bow’s , é possível adquirir gravatas a R$ 117. Um dos itens vendidos no site é revertido para uma instituição de caridade ajudada por Bridges. “Sinto que é bom ajudar a comunidade e é isso que estou fazendo", disse o pequeno empreendedor.
Além das vendas pela internet, suas criações atraíram o varejo tradicional e estão presentes em  lojas nos estados de Tennessee, Alabama, Texas, Louisiana, Carolina do Sul e Arkansas.

"Ralph Lauren começou a vender gravatas quando tinha 10 anos, então, acho que posso ser realmente famoso como ele, por isso vou manter o meu negócio a todo vapor até eu ficar mais velho", afirmou o menino. Bridges declarou a Forbes que deseja expandir seus negócios e criar gravatas tradicionais, lenços e roupas masculinas infantis. 

domingo, 11 de agosto de 2013

DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO, FERRAMENTA UTILIZADA NAS AÇÕES DE MELHORIA E CONTROLE DA QUALIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

O Diagrama de Ishikawa, é uma ferramenta gráfica utilizada pela Administração para o gerenciamento e o Controle da Qualidade em diversos processos, e também é conhecido como "Diagrama de Causa e Efeito", "Diagrama Espinha-de-peixe" ou "Diagrama 6M". O Diagrama foi originalmente proposto pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa, no ano de 1943, e foi aperfeiçoado nos anos seguintes.
 
Na sua estrutura, os problemas são classificados em seis tipos diferentes: método, matéria-prima, mão-de-obra, máquinas, medição e meio ambiente. Esse sistema permite estruturar hierarquicamente as causas potenciais de um determinado problema ou também uma oportunidade de melhoria, assim como seus efeitos sobre a qualidade dos produtos.
 
O Diagrama de Ishikawa é uma das ferramentas mais eficazes e mais utilizadas nas ações de melhoria e controle de qualidade nas organizações, permitindo agrupar e visualizar as várias causas que estão na origem qualquer problema ou de um resultado que se pretende melhorar.
 
Geralmente, esses diagramas são feitos por grupos de trabalho e envolvem todos os agentes do processo em análise. Depois de identificar qual o problema ou efeito a ser estudado, é feita uma lista das possíveis causas e depois faz-se o diagrama de causa e efeito.

Como fazer um diagrama de Ishikawa?


Antes de começar a desenhar o diagrama, os seguintes passos devem ser cumpridos:
  1. Determine o problema que será analisado no diagrama e o objetivo que se espera alcançar. No entanto, palavras abstratas e vagas devem ser evitadas;
  2. Junte informação a respeito do problema em questão;
  3. Reúna um grupo que possa ajudar na criação do diagrama, e depois de apresentar as devidas informações, promova uma sessão de brainstorming sobre o problema;
  4. Ordene todas as informações de forma sucinta, aponte as principais causas e elimine informação dispensável;
  5. Desenhe o diagrama tendo em conta as causas que devem estar de acordo com os 6 M’s (máquina, método, mão de obra, matéria prima, meio ambiente, medição).
Um diagrama de Ishikawa deve conter os seguintes componentes:
Cabeçalho: Título, autor(es), data.
Efeito: Deve conter o indicador de qualidade e o problema a ser analisado. O efeito normalmente ocupa o lado direito da folha.
Eixo central: Representado por uma flecha horizontal, aponta para o efeito e é uma linha horizontal no meio da folha.
Categoria: indica os grupos de fatores mais importantes relacionados com o efeito. Neste caso as flechas partem do eixo central e são inclinadas.
Causa: Causa potencial, pertencente a uma categoria que pode colaborar com o efeito. As flechas constituem linhas horizontais, que apontam para a flecha da categoria.
Sub-causa: Causa potencial que pode contribuir com uma causa específica. São derivações de uma causa.

GRÁFICO DE PARETO, FERRAMENTA DA QUALIDADE QUE PRIORIZA O MELHOR RESULTADO

O que é Diagrama de Pareto:

Diagrama de Pareto é uma ferramenta da qualidade, e é um recurso gráfico utilizado para estabelecer uma ordenação nas causas de perdas que devem ser sanadas, e é originário dos estudos de um economista italiano chamado Pareto.
 
O diagrama de Pareto tem o objetivo de compreender a relação ação/benefício, ou seja, prioriza a ação que trará o melhor resultado. O diagrama é composto por um gráfico de barras que ordena as frequências das ocorrências em ordem decrescente, e permite a localização de problemas vitais e a eliminação de futuras perdas. O diagrama é uma das sete ferramentas básicas da qualidade e baseia-se no princípio de que a maioria das perdas tem poucas causas, ou, que poucas causas são vitais, a maioria é trivial.
 
Muitas vezes no Diagrama de Pareto são incluídos valores em porcentagem e o valor acumulado das ocorrências. Assim, torna-se possível avaliar o efeito acumulado dos itens pesquisados. O Diagrama de Pareto é uma ferramenta muito importante porque através dele é possível identificar pequenos problemas que são críticos e causam grandes perdas.
 
Para o Diagrama ser aplicado, é importante seguir seis passos básicos:
  1. Determinar o objetivo do diagrama, ou seja, que tipo de perda você quer investigar;
  2. Definir o aspecto do tipo de perda, ou seja, como os dados serão classificados;
  3. Em uma tabela, ou folha de verificação, organizar os dados com as categorias do aspecto definido;
  4. Fazer os cálculos de frequência e agrupar as categorias que ocorrem com baixa frequência sob a denominação outros, calcular também o total e a porcentagem de cada item sobre o total e o acumulado;
  5. Traçar o diagrama.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

SAIBA O QUE É UM PLANO DE AÇÃO 5W2H MUITO UTILIZADO PELAS EMPRESAS


As cinco etapas para sua empresa ter uma presença forte na internet e nas redes sociais

Com a crescente integração do mundo off-line com o mundo online, torna-se cada vez mais necessário para as empresas terem um presença marcante nas redes. Saiba como alavancar sua presença na internet em cinco etapas.


As manifestações organizadas a partir das redes sociais, a febre de celebridades que surgem a partir do Youtube, o aumento de consumidores online, a facilidade de acesso à informação, o surgimento de novas profissões são aspectos que surgiram a partir da internet interativa e das redes sociais. Entretanto com o surgimento da Web 2.0 e, consequentemente, o fato de as pessoas estarem cada vez mais conectadas, muitas empresas ainda não possuem presença na rede e se possuem, não fazem da forma correta, tendo uma presença pequena e até irrelevante. Mas com toda essa crescente integração do mundo off-line com o online, como posso fazer com que meu negócio tenha uma forte presença na rede em meio a tantos? Como posso usar a internet e as redes sociais para alavancar meus negócios?
Existem várias respostas para essas perguntas, mas todas estão inseridas em um conceito chave: Planejamento de Marketing Digital. Você poderia estar esperando outra resposta, mas a verdade é que para ter uma forte marca nas redes, o empresário precisa de um forte, claro e coerente planejamento digital. Mas como faço esse planejamento? Para responder essa pergunta, estabelecemos cinco etapas para se desenvolver um planejamento correto e eficaz de marketing digital para sua empresa:
  • 1- Trace objetivos e metas: Não adianta planejar algo que você não sabe onde irá chegar e nem tem parâmetro para se fundamentar e comparar. Trace objetivos. Defina quanto de alcance, de número de curtidas, de compartilhamentos, de conversão, CPC, CPM, seguidores você quer para seu site, fan page, ou twitter. Todo negócio precisa de um parâmetro e uma base comparação. Ou seja, é fundamental definir metas e objetivos.
  • 2- Defina seu público-alvo: Todo negócio tem seu público-alvo. Crianças preferem brinquedos, jovens preferem vídeo games, adultos, preferem filmes e assim cada grupo de pessoas determinadas pelo o local geográfico, sexo, idade, estilos de personalidades preferem coisas relacionadas ao seu gosto e estilo. Ou seja, cada negócio, cada ramo de atividade tem seu público-alvo. E não é diferente na internet. Cada internauta, cada cliente, cada usuário possui seu gosto próprio. Cabe ao empresário definir que grupo de pessoas mais se alinha ao que a empresa oferece.
  • 3- Defina seu conteúdo: Depois de elaborado o perfil do público-alvo é necessário definir o conteúdo. O conteúdo deve se destinar ao público definido na etapa anterior. Não adianta você falar sobre música se sua empresa vende produtos esportivos. Você tem que está alinhado com o que sua empresa vende e, principalmente, com os interesses dos seus clientes.
  • 4- Estabeleça e aperfeiçoe seus canais de comunicação: Defina as redes sociais em que estará presente. Defina se você vai estar no facebook, twitter, blog, etc. Recomendo que use no máximo duas redes para iniciar. Escolha a que tem mais identidade com seu negócio e com seus clientes. Registre sua conta nessas redes com nomes fáceis para o cliente lembrar, coloque avatares atrativos e preencha as descrições e informações corretamente. Veicule o contato de sua empresa nessas contas.
  • 5- Planeje e alimente: Finalizado a quarta etapa está na hora de colocar a mão na massa. A quinta e última etapa você irá planejar e alimentar suas redes. Você deve gerir seu conteúdo. Crie uma planilha com as postagens futuras, em qual data, em que horário e quem de sua empresa irá se responsabilizar. É importante fazer esse controle de postagens para seus canais de comunicação, não ser inconsistente e ter sempre material interessante a distribuir.
Terminadas todas as etapas do planejamento cabe ao empresário agora monitorar. O monitoramento não é bem uma etapa do planejamento, mas ele é essencial para o constante aperfeiçoamento do mesmo. É a partir dele que o empresário vai saber se está ou não dando certo o que planejou.
No monitoramento, você irá analisar suas postagens até agora, acompanhar as interações e observar o que está bom e o que está ruim. Observe o que obteve sucesso (veja dia, hora e assunto dos posts) e procure persistir no acerto. Olhe para o que teve insucesso e procure ver em que errou. Lembre que tudo é tentativa. É a partir do monitoramento que irá se observar o que está dando certo e o que precisa melhorar.
Depois de cumprida todas essas etapas e de se estar acompanhando o monitoramento, pode-se dizer que sua tem um planejamento forte e eficaz, e, consequentemente, sua presença na rede estará fortalecida. É a partir desse planejamento que você irá se orientar para ter uma presença marcante nas redes sociais e na internet como um todo. Procure seguir as etapas de seu planejamento sem esquecer no final de fazer o monitoramento. Se você estiver achando muito complexo, uma dica é elaborar um plano de ação, procurando definir a ação, o motivo, a instrução, onde, quando e o responsável. O plano de ação pode fazer com que você tenha uma visão geral do que está ocorrendo, assim como o ajuda a se programar. Procure sempre em atrair, converter, se relacionar e analisar o que está ocorrendo. Enfim, procure seguir essas dicas que já será um bom começo. Agora é só colocar a mão na massa. Bom planejamento!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

COMPREENDA MELHOR SOBRE O QUE É ESTRATÉGIA EMPRESARIAL


14 dicas poderosas para criar uma equipe de alta performance


Cada vez mais os gestores estão percebendo que o melhor caminho para o sucesso está na criação de equipes de alto desempenho.

Nesse cenário complexo e turbulento, as organizações encontram extremas dificuldades para alcançarem uma diferenciação, haja vista, que o equilíbrio é muito grande entre as empresas. No entanto, existe uma maneira para dar um salto de qualidade e surpreender o concorrente, criando um método simples e inteligente, que elevará o patamar da empresa e transformará a mesma em uma organização não imbatível, mas muito difícil de ser batida.

Pense no seguinte: seu concorrente pode até conseguir copiar suas inovações, seu modelo de negócio, o layout de sua empresa, seu site, suas habilidades de relacionamento, seu preço, enfim, tudo que norteia a sua organização. No entanto, a algo que ele nunca poderá copiar, a saber: seus colaboradores competentes. Em outras palavras, colaboradores bem desenvolvidos são uma vantagem competitiva enorme para a sua organização, pois, os mesmos não nascem do dia para a noite.

Portanto, o segredo para lograr êxito no mundo dos negócios é fortalecer as pessoas de sua organização, aumentando o raio de conhecimento de sua equipe. Sendo assim, elaborei 14 passos para criar uma equipe de alta performance, confira:

1 – Desenvolva as pessoas: capacitar e desenvolver continuamente os colaboradores (melhoria contínua), através de cursos e treinamentos, objetivando atingir o ápice de cada um para que a organização gere talentos e consequentemente execute os processos em alto nível.

2 – Desafie as pessoas: o ser humano é motivado por desafios, por isso, sua equipe deve ser desafiada constantemente. Para que isso possa ocorrer é necessário que mudanças ocorram na organização, de modo que os colaboradores busquem refletir e gerar ideias criativas e inovadoras para resolver os problemas existentes dentro do ambiente corporativo.

3 – Recompense as pessoas: sua equipe deve ser gratificada constantemente pelos bons trabalhos realizados. Elogios e comemorações devem existir para aqueles que buscam “suar a camisa” em prol de resultados marcantes. Acredite, esse é o melhor investimento que um líder pode fazer.

4 – Una as pessoas: o conceito de sinergia diz que o todo é maior que a soma das partes, ou seja, de nada adianta ter apenas um profissional brilhante dentro da empresa, pois, sozinho, ele nada poderá fazer, sendo assim, é importante que a equipe tenha unidade. Em outras palavras, todos os colaboradores devem se unir em prol do conjunto, para que assim, a mentalidade das pessoas seja construída para fortalecer e valorizar o bloco humano da empresa.

5 – Lidere as pessoas: Sócrates proferiu a refulgente frase: “Sob a direção de um forte general, não haverá jamais soldados fracos”. Assim como na “guerra” de Sócrates, o mercado de trabalho também exige um grande líder, para que os colaboradores sejam encorpados. O líder é aquela pessoa que vive aquilo que prega (caráter), que cria metas alcançáveis, que valoriza a diversidade, que busca remover todas as barreiras para o colaborador passar, que não age por coerção e sim por influência, que soa a camisa, que tem equilíbrio emocional, que promove um ambiente agradável, que permite que o colaborador cresça dentro da empresa, que reconhece os bons trabalhos, que divide o seu conhecimento com os colaboradores, que resolve os problemas (excesso de faltas, desentendimento entre colaboradores, colaboradores indolentes, etc.), que se antecipa as possíveis variáveis negativas que certamente chegam, que é humilde para reconhecer um erro, que trata as pessoas com equidade, enfim, é alguém que é um exemplo a ser seguido e faz as pessoas perceberem isso.

6 – Recrute as pessoas: invista tempo e dinheiro no processo de recrutamento e seleção de pessoas, e nunca “terceirize” essa função, pois, cabe ao líder executá-la. Além disso, tenha visão e saiba identificar os talentos que estão sendo desperdiçados pelo mercado, trazendo-os para dentro de sua organização e desenvolvendo-os. Outro fator a considerarmos é o seguinte: busque contratar pessoas que tenham a mesma visão de negócio que a sua, por exemplo, se sua empresa busca ser a Nº 1 do mercado, obviamente, você não pode contratar alguém que deseja estagnar e ficar eternamente na zona de conforto (pessoas que não buscam atualização, que correm de promoção, etc.), pois, haverá uma incongruência de pensamentos, gerando insatisfação para ambas as partes (o colaborador precisa amar a empresa e principalmente sua função dentro da mesma).

7 – Pergunte as pessoas: uma relação de transparência favorece o desempenho da equipe, daí a importância da comunicação entre líder e liderado. Busque ouvir os colaboradores, peça sugestões, questione, diga-os para relatar os pontos fortes e fracos que eles enxergam, para que assim, aja feedback constante na organização, enfraquecendo assim, o poder da organização informal, e consequentemente, fortalecendo a confiança dos colaboradores com a organização.

8 – Dê autonomia para as pessoas: os colaboradores precisam tomar decisões dentro da organização, mas para que isso possa ocorrer é necessário que a cultura organizacional da empresa seja democrática, tendo uma estrutura organizacional horizontal, para que os funcionários sejam munidos de informações e conhecimento, para que os mesmos possam ter poderes e bagagem para planejarem e executarem os processos, aumentando o nível técnico da organização e gerando diferencial competitivo.

9 – Troque as pessoas: uma forma simples e eficaz de aumentar o nível de desempenho de uma organização é incentivar a troca de funções dentro da empresa, ou seja, se você possui um colaborador que trabalha com marketing e outro que trabalha com produção, troque-os de função, o de produção irá executar o marketing e vice-versa. Essa atitude transformará a sua equipe em um amontoado fantástico de profissionais polivalentes, gerando nesses profissionais uma espécie de upgrade de competências múltiplas. Sem contar que eles não estarão acumulando experiências teóricas (como em uma universidade, por exemplo) e sim práticas, o que faz uma diferença ímpar, haja vista, que a prática é superior à teoria (obviamente a teoria tem o seu valor, mas, ao meu ver, menor).

10 – Dê um norte para as pessoas: seja simples e transmita com clareza para os colaboradores onde a empresa quer chegar, evitando dúvidas. Busque criar objetivos resumidos, de forma que todos tenham facilidade de absorvê-los, pois, a pior coisa do mundo para um colaborador é não saber qual é o seu papel na empresa. Além disso, busque controlar para que ninguém se desvie desses caminhos.

11- Avalie as pessoas: os colaboradores competentes devem ser cuidados para que seu desempenho seja mantido, já os colaboradores que estão tendo um desempenho abaixo do esperado devem ser cobrados para que seu desempenho seja melhorado, fazendo com que os mesmos atinjam o nível dos demais. É importante frisar que esse colaborador que não está rendendo em sua função não pode continuar nesse ritmo, pois, o mesmo irá contaminar os outros, sendo assim, somente existem duas alternativas para ele, a saber: ou ele evolui, ou precisa ser demitido.

12 – Influencie as pessoas: incentive as divergências de pensamentos entre as pessoas, pois, é da contradição de ideias que surgem as inovações e a criatividade. Em um ambiente de certezas absolutas, ou seja, onde todos os colaboradores concordam com as ideias uns dos outros, a tendência é a organização estagnar, por conta da falta de novos pensamentos.

13 – Cuide das pessoas: é preciso investir na saúde e no bem estar dos colaboradores, através de programas de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), objetivando manter a equipe de trabalho física e mentalmente equilibrada. É fundamental que um colaborador tenha liberdade de expressão, ambiente físico seguro e saudável, estabilidade de horários, dentre outras vantagens, de forma a valorizar o material humano de sua organização.

14 – Respeite as pessoas: é importante que a organização incentive a diversidade, combatendo preconceitos e respeitando os princípios de cada um, de modo a privilegiar a igualdade e a dignidade humana. Além disso, é fundamental ter um tratamento imparcial para com os colaboradores, objetivando uma relação de equidade entre todos os envolvidos, de forma que todos se sintam iguais dentro da empresa.

Criar uma equipe homogênea, unificada e talentosa é uma tarefa que exige labor, custo, organização e estratégia por parte dos gestores. No entanto, apesar das complexidades e dificuldades, é um investimento com retorno garantido, haja vista, que uma organização que conta com uma equipe forte prospera em qualquer ambiente e sobrevive a qualquer tipo de crise, sendo assim, devemos comprar essa ideia para podermos atingir nossos objetivos e alcançarmos o sucesso esperado.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Treinamento e desenvolvimento no processo de qualidade humana

É necessário equilíbrio entre esses fatores para se manter competitivo:

  • Qualidade
  • Entrega 
  • Custo 

O desenvolvimento profissional tem sido visto como diferencial competitivo, com a melhor compreensão das organizações sobre a importância das pessoas nas organizações.

A empresa inteligente percebe a necessidade de desenvolver pessoas mais autônomas.

Para preparar os futuros profissionais deve investir nas possibilidades de carreira com um estímulo maior na criação de uma identidade profissional, da clareza do papel profissional e das expectativas da organização em relação às pessoas, quando a empresa compreende que auxiliar as pessoas na construção do seu projeto profissional implica em construir o projeto da própria empresa.

Quanto mais a organização e seus gestores tiverem essa clareza, maior o cuidado com as pessoas e com seu preparo e desenvolvimento.

É preciso entender que existe muito conhecimento sobre a empresa e suas atividades, mesmo nas pessoas mais simples e humildes, e o que ainda muitas organizações não se dão conta é que nessa falta de visão ocorre um desperdício imenso de conhecimento.

Mais o que fazer então?

Reconhecimento das pessoas


O trabalho em equipe é uma boa forma de incentivar os aspectos citados, porém, para isso, o papel das chefias deve mudar.

Vale a pena amenizar o controle, porém, para isso, é fundamental preparar a equipe, as pessoas. Para formar o espírito de equipe, há que se desenvolver uma consciência da importância do papel de cada um nos resultados fi nais. Essas questões estão diretamente ligadas à cultura da empresa e aos
estilos de lideranças que esta aceita e estimula.

Se a organização tem como objetivo desenvolver uma cultura de qualidade em seus produtos e serviços, deve trabalhar para desenvolver uma cultura de qualidade interna também com seus colaboradores, ou seja com seus clientes internos.

O desenvolvimento das lideranças é um dos pilares que sustentam a organização quando esta tem como foco a qualidade. O gestor deve superar alguns desafios para ter os resultados esperados no que se refere a qualidade. É preciso criar um ambiente de cooperação e parceria para ter um diferencial em relação aos seus concorrentes. A capacitação deve ser estruturada, planejada como qualquer programa e após definidos os objetivos, todos os participantes devem ter clareza de onde devem chegar.




sábado, 18 de maio de 2013

COMPREENSÃO DO QUE É (E DO QUE NÃO É) INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Um problema bem formulado 
é um problema meio resolvido.
Charles Kettering

Um dos pioneiros e, até hoje, dos mais importantes estudiosos da inovação, Chris Freeman (1982), da University of Sussex (Reino Unido), alertava, já há mais de duas décadas, que
um dos problemas em gerir a inovação é a variedade de entendimentos que as pessoas têm desse termo, freqüentemente confundindo-o com invenção. [...] Inovação é o processo de tornar oportunidades em novas idéias e colocar estas em prática de uso extensivo.
Três equívocos conceituais freqüentes no entendimento da inovação tecnológica merecem tratamento: reducionismo (considerar inovação apenas a de base tecnológica), encantamento (considerar inovação tecnológica apenas a espetacular) e descaracterização (relaxar o requisito de mudança tecnológica dessa inovação).
"Inovação tecnológica" é uma espécie do gênero "inovação". Como se depreende da citação anterior de Freeman, inovação é um fenômeno marcadamente socioeconômico, que envolve mudanças e empreendedorismo. E não, como muitos supõem, uma ocorrência de caráter predominantemente técnico e necessariamente decorrente de avanços singulares das ciências experimentais.
Na expressão do conhecido pensador da Administração, Peter Drucker (1986),
A inovação [...] não precisa ser técnica, não precisa sequer ser uma 'coisa'. Poucas inovações técnicas podem competir, em termos de impacto, com as inovações sociais, como o jornal ou o seguro. As compras a prazo literalmente transformaram as economias.
Há, evidentemente, um espaço relevante para a inovação derivada de conquistas científicas e do progresso técnico. Drucker (1986), ao recomendar o monitoramento de sete fontes para uma oportunidade inovadora, destaca uma fonte, que é o conhecimento novo:
A inovação baseada no conhecimento é a 'superestrela' [...] Ela é o que as pessoas normalmente querem dizer quando falam sobre inovação. [...] As inovações baseadas no conhecimento diferem das demais inovações em suas características básicas [...] e nos desafios que apresentam para o empreendedor. E, como a maioria das 'superestrelas', a inovação baseada no conhecimento é temperamental, caprichosa e difícil de controlar.
Toda inovação envolve mudanças. A inovação tecnológica é caracterizada pela presença de mudanças tecnológicas em produtos (bens ou serviços) oferecidos à sociedade, ou na forma pela qual produtos são criados e oferecidos (que é usualmente denominada de inovação no processo). Inovações tecnológicas em produto e processo evidentemente não se excluem mutuamente; pelo contrário, podem se combinar, como, por exemplo, na comercialização de DVDs (produto inovador) pela Internet (processo inovador).
Uma outra classificação, de interesse para as políticas públicas - incluindo as de fomento à inovação - e para a gestão, busca lidar com o espectro de inovações tecnológicas no que se refere ao grau da mudança envolvida. Essa grande variedade leva à conhecida categorização das inovações em incrementais, radicais ou transformadoras (também chamadas de revolucionárias). 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

EDUCAÇÃO FINANCEIRA TAMBÉM É QUALIDADE

A importância da “Educação Financeira” já na infância é fundamental para que tenhamos um país verdadeiramente melhor, trazendo qualidade de vida a seus habitantes. Mas infelizmente o tema ainda não se faz presente no currículo da grande maioria das escolas brasileiras. Tramitam no Brasil projetos de lei que visa à implantação da disciplina nas escolas a partir do ensino fundamental. O próprio governo federal já despertou para o tema com a Estratégia Nacional de Educação Financeira, onde muitas instituições privadas estão engajadas. Mas é preciso muito mais. É preciso sensibilizar ainda mais nossos governantes e despertá-los para este tema. Nas escolas, em casa, para que desde cedo as pessoas possam lidar com o dinheiro de uma forma mais prazerosa. Porém, não é o que observamos. Os crescentes índices de inadimplência mostram como às pessoas lidam com dinheiro, criando uma espiral endividatória comprometendo sua qualidade de vida por meses, e em alguns casos, por anos. Qual sua relação com o dinheiro, dependência ou prazer? “Devemos comprar o que precisamos, quando precisamos e não, só porque está na promoção. Consumir é muito importante para o giro da economia, pois geram mais produção, emprego e renda. Mas é preciso consumir conscientemente, para que possamos ter um crescimento sustentável”. Pensar em “Educação Financeira” desde cedo é mais importante do que se imagina, pois não importa qual sua profissão, por mais humilde que ela seja, a educação financeira será para a toda a vida. Se dependermos de nosso atual sistema previdenciário, só temos uma certeza para nosso futuro financeiro: Isto Não Será o Suficiente. E o que fazer então? É neste momento, que a “Educação Financeira” se torna essencial em nosso dia a dia, para mantermos nossa qualidade de vida da “Infância” a “Melhor Idade”. Pensem Nisso!

As melhores em qualidade de vida

As 15 empresas campeãs com melhor avaliação dos funcionários nesse quesito

JUST-IN-TIME

O conceito Just-In-Time (JIT), surge por meio de uma filosofia japonesa que contaminaria a sociedade ocidental com outros modelos de produção. 

Just-In-Time é um sistema de administração da produção que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora exata. Pode ser aplicado em qualquer organização, para reduzir estoques e os custos decorrentes.

O just-in-time é o principal pilar do Sistema Toyota de Produção ou produção enxuta.



Segundo Slack, Chambers e Johnston (2002) existem três pontos principais que definem a filosofia just-in-time:

  • A eliminação de desperdício
  • O envolvimento dos funcionários na produção
  • O esforço de aprimoramento contínuo

.Com esse sistema, o produto ou matéria prima chega ao local de utilização somente no momento exato em que for necessário. Os produtos somente são fabricados ou entregues a tempo de serem vendidos ou montados. O conceito de just-in-time está relacionado ao de produção por demanda, onde primeiramente vende-se o produto para depois comprar a matéria prima e posteriormente fabricá-lo ou montá-lo. Nas fábricas onde está implantado o just-in-time o estoque de matérias primas é mínimo e suficiente para poucas horas de produção.


Para que isto seja possível, os fornecedores devem ser treinados, capacitados e conectados para que possam fazer entregas de pequenos lotes na frequência desejada. A estratégia da Toyota no Japão tem sido aproximar progressivamente a manufatura de seus clientes e fornecedores. A redução do número de fornecedores para o mínimo possível é um dos fatores que mais contribui para alcançar os potenciais benefícios da política just-in-time.Essa redução, contudo, causa uma vulnerabilidade no processo de fornecimento, já que fornecedores alternativos foram excluídos.


A melhor maneira de prevenir esta situação é selecionar cuidadosamente os fornecedores e obter uma forma de proporcionar credibilidade dos mesmos de modo a assegurar a qualidade e confiabilidade do fornecimento. Nas modernas fábricas de automóveis, as quais são construídas em condomínios industriais, os fornecedores just-in-time estão a poucos metros e fazem entregas de pequenos lotes na mesma frequência da produção da montadora, criando um fluxo contínuo. Dessa forma, o sistema de produção adapta-se mais facilmente às montadoras de produtos onde a demanda de peças é relativamente previsível e constante, sem grandes oscilações. 








terça-feira, 30 de abril de 2013


SEIS SIGMAS 

Seis Sigma é uma estratégia gerencial de mudanças, para acelerar o aprimoramento em processos, produtos e serviços, que atua na redução da variação do resultado entregue aos clientes. Aumenta significativamente o resultado da empresa, pois reduz drasticamente os custos da não qualidade, como desperdícios, inspeções, retrabalho, sucata, perda de clientes e desgaste da imagem. 

abordagem Seis Sigma foi desenvolvida pela Motorola, na década de oitenta, com o objetivo de reduzir a taxa de falhas em seus produtos eletrônicos manufaturados. O termo "sigma" é uma medida estatística que define a capacidade do processo em trabalhar livre de falhas. Quando um processo tem Seis Sigma, isto nos diz que sua qualidade é elevada, que a probabilidade de defeitos é extremamente baixa, 3,4 falhas por milhão ou 99,99966% de perfeição.  Trabalhar em Seis Sigma significa trabalhar em classe mundial. A estimativa dos analistas de mercado norte-americanos é de que, em quatro anos, as indústrias de transformação, que não estiverem com um nível de qualidade Seis Sigma, estarão sem capacidade competitiva.

O QUE É SEIS SIGMA?

É tecnicamente um dos elementos do processo de Qualidade Total. O uso do Seis Sigma é uma forma muito mais quantitativa de medir os esforços de Qualidade Total e efetivamente comunicar o progresso para clientes, funcionários, fornecedores e acionistas, pois mede o desempenho em termos absolutos, e não relativos, comparando-se com a concorrência. 

Embora as ferramentas estatísticas usadas não sejam novas, a abordagem Seis Sigma acrescenta considerável valor a elas, permitindo um gerenciamento baseado em dados e não apenas sentimentos ou intuição. As métricas e ferramentas são uniformizadas por toda a organização desenvolvendo um vocabulário comum. Exige que muitas coisas estejam quantificadas, mesmo sendo intangíveis, como a percepção do 
cliente. 

Na implantação do Seis Sigma, se estrutura uma equipe que atua como agente de mudanças, trabalhando em projetos com grande retorno financeiro, pela redução de falhas usando métodos estatísticos. Utiliza-se várias técnicas estatísticas para reduzir a variabilidade e consequentemente as falhas. Esta equipe é formada por pessoas treinadas para disseminar o conhecimento Seis Sigma e dar assistência aos demais integrantes da organização, viabilizando a aplicação dos métodos estatísticos necessários. Estes agentes de mudança são denominados de faixa pretas (Black Belts). 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A solução de problemas não pode ser um problema


Presidentes e outros executivos me pedem que transformem seus gerentes e equipes em “máquinas de prevenir e de solucionar problemas”. Afinal de contas, qual é a maior atribuição de um gerente a não ser resolver problemas?



Faz parte do meu trabalho como consultor implantar o método para solucionar problemas (ou falhas ou não conformidades) nas empresas onde atuo. Presidentes e outros executivos me pedem que transformem seus gerentes e equipes em “máquinas de prevenir e de solucionar problemas”. Afinal de contas, qual é a maior atribuição de um gerente a não ser resolver problemas? Mesmo uma meta a ser alcançada é um problema. Alguns a chamam de oportunidade, outros de melhoria, mas o certo é que atingir uma meta também é um problema, independentemente do nome. Disto ninguém duvida.

A técnica é simples, baseia-se no método científico: identificar o problema, descobrir as causas fundamentais e elaborar um plano de ação que atue nestas causas de forma a evitar a ocorrência ou a repetição do problema. Obviamente, o plano deverá ser executado, ajustado, checado e, se for eficaz, alterar o processo em vigor. Se o plano não for eficaz, volta-se para a análise das causas. Junto com o método científico, algumas ferramentas são ensinadas, desde as mais simples (diagrama de causa e efeito, análise de Pareto etc.) até as mais sofisticadas técnicas dos seis sigma (análise de variância, planejamento de experimentos etc.).

Nos apelidos que consultorias, escritores e escolas de gestão dão a este método estão termos bastante conhecidos de quem vive o ambiente corporativo, como MASP (método de análise e solução de problemas), tratamento de não conformidades (popularizado pela ISO 9001 e outras normas), análise de falhas (onde o Failure Mode and Effect Analysis – FMEA é a ferramenta mais difundida), DMAIC (define – measure – analyze – improve – control), tratamento de anomalias e o próprio PDCA (plan – do – check – act). Se você confunde e até odeia todas estas siglas e “palavrões”, não se preocupe. Aviso aos desavisados: é tudo a mesma coisa, ou seja, são todas siglas e “palavrões” similares ao método científico – definir o problema, identificar as causas fundamentais e elaborar plano de ação corretivo ou preventivo sobre estas causas, como já havia conceituado no segundo parágrafo deste texto.

Apesar da simplicidade do método, a realidade é bem dura: a maioria esmagadora de gerentes e suas equipes não usa o método científico. Empresas que já implantaram sistemas de gestão, muitos destes certificados por normas como ISO e outras, usam precariamente a solução de problemas. O resultado é previsível: problemas recorrentes e desperdício garantido de dinheiro e tempo.

Duas causas principais para esta situação:

1ª) ATITUDE:

·          As pessoas têm medo e gostam de ocultar os problemas. Triste realidade. Por favor, não a ignore. Se você pensa o contrário, você é um ingênuo de carteirinha.
·          As pessoas procuram parecer sempre “inocentes” e não gostam de assumir seus próprios erros. Nos trinta anos que tenho de vivência no mundo das corporações, raramente ouvi alguém encher o peito e dizer “eu errei”. Portanto, as pessoas procuram distorcer dados e colocar a culpa sempre nos colegas.
·          As pessoas têm pavor de registros. Estes são evidências dos problemas e dos seus responsáveis. Elas procuram eliminar as provas. Por isto, há uma enorme dificuldade em convencer profissionais a escrevem seus problemas e suas falhas.
·          As pessoas desenvolvem rapidamente um submundo nos seus departamentos. Acobertam erros de colegas próximos esperando também serem beneficiadas pela mesma tolerância em futuro próximo. A legítima cultura do presídio: ocultar e ser ocultado.
·          As pessoas são vingativas. “Ai de quem apontar um erro meu!”. “Apontarei dois dele!”. O resultado prático é que ninguém aponta o erro de ninguém e os problemas permanecem.

Achou que eu “peguei pesado” e que não é exatamente assim? Repito: você é ingênuo ou está incluído nas categorias citadas acima. Há exceções? Sempre há, talvez algum número ente 10 % e 20 %. Nas melhores empresas, 30 %!

2ª) CONHECIMENTO TÉCNICO:

·   As pessoas não sabem identificar causas e elaborar soluções na forma de plano de ação porque não conhecem suficientemente o processo. Acha que não? Você é um tolo se acha que sua empresa está recheada de especialistas e de gênios nos setores onde atuam. A maioria dos profissionais tem conhecimento médio ou bom nos processos onde trabalha, conhecimento muitas vezes insuficiente para a solução de problemas crônicos. E pior: eles não gostam de admitir esta deficiência.
·      Os processos de treinamento da maioria das organizações são extremamente deficientes, o que só agrava o problema descrito no item anterior: falta de conhecimento.

Então, o que fazer, senhor consultor?

1º ) Entender e reconhecer que tudo o está escrito neste texto acontece em sua empresa.

2º ) Melhorar substancialmente a descrição de cargos e de perfis.

3º ) Padronizar urgentemente os processos de sua empresa.

4º ) Melhorar profundamente o seu processo de recrutamento e seleção.

5º ) Implantar avaliação de desempenho trimestral (no máximo).

6º ) Ter um gerente de RH “espetacular”, nada menos do que isto.

7º ) Entender e divulgar QUE TODO PROBLEMA TEM SOLUÇÃO.

8º ) Entender e divulgar que NUNCA A CAUSA DE UM PROBLEMA PODE SER ATRIBUÍDA AO MEIO EXTERNO. Embora o meio externo (governo, bancos, concorrentes, clima, câmbio etc.) agridam sua empresa, você sempre deve pensar porque você está tão vulnerável a estas agressões. A culpa é sempre sua, é sempre dos processos internos da organização.

9º ) Desenvolver a cooperação entre áreas, não tolerando quem só pensa “no seu umbigo” e é desleal com os colegas. Trabalho em equipe é fundamental.

10º ) Proibir frases como “NÃO DÁ” ou “NÃO TEM SOLUÇÃO” OU ‘SEMPRE FOI ASSIM”.


Paulo Ricardo Mubarack - Presidente da Mubarack Consulting & Business School
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