segunda-feira, 20 de maio de 2013

Treinamento e desenvolvimento no processo de qualidade humana

É necessário equilíbrio entre esses fatores para se manter competitivo:

  • Qualidade
  • Entrega 
  • Custo 

O desenvolvimento profissional tem sido visto como diferencial competitivo, com a melhor compreensão das organizações sobre a importância das pessoas nas organizações.

A empresa inteligente percebe a necessidade de desenvolver pessoas mais autônomas.

Para preparar os futuros profissionais deve investir nas possibilidades de carreira com um estímulo maior na criação de uma identidade profissional, da clareza do papel profissional e das expectativas da organização em relação às pessoas, quando a empresa compreende que auxiliar as pessoas na construção do seu projeto profissional implica em construir o projeto da própria empresa.

Quanto mais a organização e seus gestores tiverem essa clareza, maior o cuidado com as pessoas e com seu preparo e desenvolvimento.

É preciso entender que existe muito conhecimento sobre a empresa e suas atividades, mesmo nas pessoas mais simples e humildes, e o que ainda muitas organizações não se dão conta é que nessa falta de visão ocorre um desperdício imenso de conhecimento.

Mais o que fazer então?

Reconhecimento das pessoas


O trabalho em equipe é uma boa forma de incentivar os aspectos citados, porém, para isso, o papel das chefias deve mudar.

Vale a pena amenizar o controle, porém, para isso, é fundamental preparar a equipe, as pessoas. Para formar o espírito de equipe, há que se desenvolver uma consciência da importância do papel de cada um nos resultados fi nais. Essas questões estão diretamente ligadas à cultura da empresa e aos
estilos de lideranças que esta aceita e estimula.

Se a organização tem como objetivo desenvolver uma cultura de qualidade em seus produtos e serviços, deve trabalhar para desenvolver uma cultura de qualidade interna também com seus colaboradores, ou seja com seus clientes internos.

O desenvolvimento das lideranças é um dos pilares que sustentam a organização quando esta tem como foco a qualidade. O gestor deve superar alguns desafios para ter os resultados esperados no que se refere a qualidade. É preciso criar um ambiente de cooperação e parceria para ter um diferencial em relação aos seus concorrentes. A capacitação deve ser estruturada, planejada como qualquer programa e após definidos os objetivos, todos os participantes devem ter clareza de onde devem chegar.




sábado, 18 de maio de 2013

COMPREENSÃO DO QUE É (E DO QUE NÃO É) INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Um problema bem formulado 
é um problema meio resolvido.
Charles Kettering

Um dos pioneiros e, até hoje, dos mais importantes estudiosos da inovação, Chris Freeman (1982), da University of Sussex (Reino Unido), alertava, já há mais de duas décadas, que
um dos problemas em gerir a inovação é a variedade de entendimentos que as pessoas têm desse termo, freqüentemente confundindo-o com invenção. [...] Inovação é o processo de tornar oportunidades em novas idéias e colocar estas em prática de uso extensivo.
Três equívocos conceituais freqüentes no entendimento da inovação tecnológica merecem tratamento: reducionismo (considerar inovação apenas a de base tecnológica), encantamento (considerar inovação tecnológica apenas a espetacular) e descaracterização (relaxar o requisito de mudança tecnológica dessa inovação).
"Inovação tecnológica" é uma espécie do gênero "inovação". Como se depreende da citação anterior de Freeman, inovação é um fenômeno marcadamente socioeconômico, que envolve mudanças e empreendedorismo. E não, como muitos supõem, uma ocorrência de caráter predominantemente técnico e necessariamente decorrente de avanços singulares das ciências experimentais.
Na expressão do conhecido pensador da Administração, Peter Drucker (1986),
A inovação [...] não precisa ser técnica, não precisa sequer ser uma 'coisa'. Poucas inovações técnicas podem competir, em termos de impacto, com as inovações sociais, como o jornal ou o seguro. As compras a prazo literalmente transformaram as economias.
Há, evidentemente, um espaço relevante para a inovação derivada de conquistas científicas e do progresso técnico. Drucker (1986), ao recomendar o monitoramento de sete fontes para uma oportunidade inovadora, destaca uma fonte, que é o conhecimento novo:
A inovação baseada no conhecimento é a 'superestrela' [...] Ela é o que as pessoas normalmente querem dizer quando falam sobre inovação. [...] As inovações baseadas no conhecimento diferem das demais inovações em suas características básicas [...] e nos desafios que apresentam para o empreendedor. E, como a maioria das 'superestrelas', a inovação baseada no conhecimento é temperamental, caprichosa e difícil de controlar.
Toda inovação envolve mudanças. A inovação tecnológica é caracterizada pela presença de mudanças tecnológicas em produtos (bens ou serviços) oferecidos à sociedade, ou na forma pela qual produtos são criados e oferecidos (que é usualmente denominada de inovação no processo). Inovações tecnológicas em produto e processo evidentemente não se excluem mutuamente; pelo contrário, podem se combinar, como, por exemplo, na comercialização de DVDs (produto inovador) pela Internet (processo inovador).
Uma outra classificação, de interesse para as políticas públicas - incluindo as de fomento à inovação - e para a gestão, busca lidar com o espectro de inovações tecnológicas no que se refere ao grau da mudança envolvida. Essa grande variedade leva à conhecida categorização das inovações em incrementais, radicais ou transformadoras (também chamadas de revolucionárias). 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

EDUCAÇÃO FINANCEIRA TAMBÉM É QUALIDADE

A importância da “Educação Financeira” já na infância é fundamental para que tenhamos um país verdadeiramente melhor, trazendo qualidade de vida a seus habitantes. Mas infelizmente o tema ainda não se faz presente no currículo da grande maioria das escolas brasileiras. Tramitam no Brasil projetos de lei que visa à implantação da disciplina nas escolas a partir do ensino fundamental. O próprio governo federal já despertou para o tema com a Estratégia Nacional de Educação Financeira, onde muitas instituições privadas estão engajadas. Mas é preciso muito mais. É preciso sensibilizar ainda mais nossos governantes e despertá-los para este tema. Nas escolas, em casa, para que desde cedo as pessoas possam lidar com o dinheiro de uma forma mais prazerosa. Porém, não é o que observamos. Os crescentes índices de inadimplência mostram como às pessoas lidam com dinheiro, criando uma espiral endividatória comprometendo sua qualidade de vida por meses, e em alguns casos, por anos. Qual sua relação com o dinheiro, dependência ou prazer? “Devemos comprar o que precisamos, quando precisamos e não, só porque está na promoção. Consumir é muito importante para o giro da economia, pois geram mais produção, emprego e renda. Mas é preciso consumir conscientemente, para que possamos ter um crescimento sustentável”. Pensar em “Educação Financeira” desde cedo é mais importante do que se imagina, pois não importa qual sua profissão, por mais humilde que ela seja, a educação financeira será para a toda a vida. Se dependermos de nosso atual sistema previdenciário, só temos uma certeza para nosso futuro financeiro: Isto Não Será o Suficiente. E o que fazer então? É neste momento, que a “Educação Financeira” se torna essencial em nosso dia a dia, para mantermos nossa qualidade de vida da “Infância” a “Melhor Idade”. Pensem Nisso!

As melhores em qualidade de vida

As 15 empresas campeãs com melhor avaliação dos funcionários nesse quesito

JUST-IN-TIME

O conceito Just-In-Time (JIT), surge por meio de uma filosofia japonesa que contaminaria a sociedade ocidental com outros modelos de produção. 

Just-In-Time é um sistema de administração da produção que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora exata. Pode ser aplicado em qualquer organização, para reduzir estoques e os custos decorrentes.

O just-in-time é o principal pilar do Sistema Toyota de Produção ou produção enxuta.



Segundo Slack, Chambers e Johnston (2002) existem três pontos principais que definem a filosofia just-in-time:

  • A eliminação de desperdício
  • O envolvimento dos funcionários na produção
  • O esforço de aprimoramento contínuo

.Com esse sistema, o produto ou matéria prima chega ao local de utilização somente no momento exato em que for necessário. Os produtos somente são fabricados ou entregues a tempo de serem vendidos ou montados. O conceito de just-in-time está relacionado ao de produção por demanda, onde primeiramente vende-se o produto para depois comprar a matéria prima e posteriormente fabricá-lo ou montá-lo. Nas fábricas onde está implantado o just-in-time o estoque de matérias primas é mínimo e suficiente para poucas horas de produção.


Para que isto seja possível, os fornecedores devem ser treinados, capacitados e conectados para que possam fazer entregas de pequenos lotes na frequência desejada. A estratégia da Toyota no Japão tem sido aproximar progressivamente a manufatura de seus clientes e fornecedores. A redução do número de fornecedores para o mínimo possível é um dos fatores que mais contribui para alcançar os potenciais benefícios da política just-in-time.Essa redução, contudo, causa uma vulnerabilidade no processo de fornecimento, já que fornecedores alternativos foram excluídos.


A melhor maneira de prevenir esta situação é selecionar cuidadosamente os fornecedores e obter uma forma de proporcionar credibilidade dos mesmos de modo a assegurar a qualidade e confiabilidade do fornecimento. Nas modernas fábricas de automóveis, as quais são construídas em condomínios industriais, os fornecedores just-in-time estão a poucos metros e fazem entregas de pequenos lotes na mesma frequência da produção da montadora, criando um fluxo contínuo. Dessa forma, o sistema de produção adapta-se mais facilmente às montadoras de produtos onde a demanda de peças é relativamente previsível e constante, sem grandes oscilações.